A luta


Dose silêncio sem silêncio

Dos contos sem cantos

Das amarguras sem curas

Das histórias cheias de vitórias.

Uma cartada cara

Onde às súplicas por paz

De pedras negras entre as brancas

Os montes por pontes

Você de um lado eu do outro.

Nem que cave… crave estacas

Nos abismos

Vimos chego a você.

Essas aves de rapina

Que querem arrebatar nossos

Corpos, vê-los ao longo

Do leito dos rios secos.

Mas a vida arrasta nossos corpos na sua palma mas leva

A santa manda que na manta

Não diga avance, ande

Não respondo só te olho

Só te adoro, só te quero

Só… só você… sou você…

A mão de um grito censura

A amargura

Da luta suja

Trava, apaga os sofrimentos

Da nossa carne, parte exposta.

Sobre a cabeça a grandeza

Da deusa amante

O toldo que não é de ouro

Mas nos abriga da maldade

Violenta tenta nos arruinar

Vedar o carinho que ganho

O apoio que te dou

A esperança e segurança

Que encontramos.


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